
Sabes de uma coisa?
De nada sabemos.
A saca de sal nos olha indiferente, à espera de que a dividamos e liberemos suas pedras em água pura.
No duro isolamento, com sorte, somos sóis.
E os cristais desagregam-se antes de passar por nossas mãos.
Enfrento os demônios do ódio
Bebendo com carinho perpétuo
As gotas de ternura que a beleza oferta.
Me tomas pela dura arrogância e pequenez que vês em mim,
Não por quem realmente sou.
O choro no banho é minha imensidão delicada.
Minha fraqueza de amor.