
Estava aqui a percorrer a lista dos comensais da morte e alguns nomes parceiros do genocida apareceram, como o dono da Riachuelo ou do Bradesco ou o CEO (muita pompa pra grande porcaria) do SBT. Mas o diretor do Ceagesp, pqp? Como boicotar o Ceagesp?
Sendo otimista na ação, a gente enxerga um modo. Fincar os pés nos orgânicos dos sem-terra por meio de suas lojas, ou nas lojas que trabalham diretamente com fornecedores confiáveis, tipo o Instituto Feira Livre, aqui no centro de São Paulo. Ou plantar em casa.
Sei que é difícil, haja mão pra coisa, mas percebi aqui na nossa minihorta de apartamento que os alecrins, sálvias, manjericão, cominho, hortelã e até moranguinhos são bem possíveis de crescer e render, tão melhores quando frescos.
E não tem outro jeito, sabe? É preciso dar uma força pra sustentabilidade e até – sendo claros – para a sobrevivência humana neste pobre planeta. Plantando alguma coisa em casa já diminuímos a mania de transportar alimentos por muitos quilômetros – isto que acresce à produção os gastos absurdos com o transporte que, além do mais, usa combustível fóssil.
É só um começo, mas temos mesmo de começar, certo?