Garoto, Gaza, Arendt

Ontem vi o documentário sobre Garoto no in-Edit. Não é perfeito, nada é, mas, ainda assim, imprescindível. Tendo Garoto, somos grandes, somos Brasil. Você pode assistir até o dia 20.

Ontem também vi a live sobre Hannah Arendt dentro de um ciclo de palestras do grupo Arendt Brasil. Todo fim de semana há uma abordagem nova pra sua história. Semana que vem, sua amizade com Walter Benjamin.

Gostaria que o documentário “Gaza”, exibido na mostra árabe encerrada ontem, pudesse chegar a nosso circuito comercial. Ele dá a medida do pavor e da esperança profundos de 2 milhões de pessoas espremidas em uma faixa palestina de 40 km de extensão e 11km de largura, impossibilitadas de alcançar qualquer fronteira, com Egito e Israel, e então sair dali para uma vida melhor. Nem pescar podem numa faixa além de 4,8 km da praia ao oceano… Não têm luz frequente, nem água, comida… “Uma prisão a céu aberto”, diz um salva-vidas. Mas eles ainda pescam, dormem na areia e sonham além-mar. Chorei como poucas vezes.

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