Fragmentos do que fomos

essa barbaridade perpetrada pela imprensa internacional que é dar voz e quase justificativas aos antivacina europeus feito eric clapton, figura que no passado já demonstrara seu racismo e que aliás se vacinou, expondo “razões” (“ah, mas a astrazeneca me deu calafrios por dez dias, ah mas o direito individual”), é o que mais me irrita e perturba ao ler os jornais do mundo, droga de jornalismo onde fomos parar depois de todos os erros cometidos, de todas as fake news deliberadas e exigidas pelo capital financeiro que alimentava notícias, droga de gente que faliu nossa consciência e nos arrastou para fora de nosso espaço público onde reivindicávamos a mínima liberdade e nos deixou onde estamos, neste campo minado eterno, espécie de vácuo de fragmentos do que fomos.

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