Navegar é preciso

Takashi Shimura em “Viver”,
de Akira Kurosawa, 1952

A gente precisa ter muito carinho pelas pessoas num momento como este. Num post anterior disse que pouco me ficou da Folha além da amizade prolongada e cúmplice com o Renato Pompeu. Mas fui injusta. Tenho amigos vindos de lá ainda, que reencontrei no face. E que são pessoas incríveis.

Eu falava de uma cumplicidade que só tinha mesmo com o Renato. Uma visão ampliada do caos, da indignidade que era a vida naquele jornal.

De resto, queria dizer que o facebook traz mesmo pessoas mais perto de nós. É muito bom conhecer gente cheia de experiências tão novas, e com alguma proximidade. Mas, é claro, temos de ter cuidado com isso também. Ou eu preciso. Às vezes me empolgo demais e me decepciono. Como na vida, certo?

Viver! “Viver” que é um filme de Kurosawa, finalmente conhecido por mim ontem, a nos trazer com tanta intensidade o sentido do tempo. A um minuto antes do fim, ainda podemos fazer algo que mude nossa direção nessa barca da vida que vai dar em nada.

Vejam! Por mim!

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