A crítica que morreu antes de nascer

não conhecia esta hq.

quero dizer, esta modalidade de resenha literária sequencial.

me deu vontade de pular no livro resenhado.

checar se faz sentido o que a resenhista diz.

sinto falta deste tipo de crítica que todo o mundo civilizado faz para atrair um leitor.

muito pessoal, intuitiva, mas com embasamento na leitura da obra.

e que nós nunca fazemos.

admito que enquanto jornalista cultural tentei, mas fui pisada no coração, nas minhas melhores intenções.

então deixei pra lá.

todo mundo, enquanto parecia sério, era tão estúpido neste “jornalismo literário” impessoal, candidamente “neutro”, do brasil fundo.

quero dizer, findo.

e eu penso: muita coisa realmente tinha de acabar por aqui para um dia renascer, feito a crítica dos livros.

(se você não for assinante da New Yorker, use o outline)

https://www.newyorker.com/culture/culture-desk/dreaming-with-patti-smith?source=EDT_NYR_EDIT_NEWSLETTER_0_imagenewsletter_Daily_ZZ&utm_campaign=aud-dev&utm_source=nl&utm_brand=tny&utm_mailing=TNY_Daily_011220&utm_medium=email&bxid=5d066f027ace5a712145c15b&cndid=57544614&esrc=&mbid=&utm_term=TNY_Daily&verso=true

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